Aberta a campanha do agasalho



O inverno promete ser rigoroso, como ocorreu no ano passado. Milhares de pessoas não têm coberta ou agasalhos para enfrentar o frio. Moradores em situação de rua, mulheres, crianças e idosos que vivem em casas muito precárias, em sua maioria, também não têm como se agasalhar neste período do ano.

Diante dessa dura realidade que afeta centenas de pessoas em Ceilândia e no Setor Habitacional Sol Nascente, a Ação Social Caminheiros de Antônio de Pádua (Ascap) lançou na sexta-feira (14/6) a campanha do agasalho, que tem como tema “Agasalhe o corpo e o coração de alguém”. O casaco, o cobertor, a manta ou qualquer outra peça que ampare a pessoa do frio intenso não aquece somente o seu corpo, mas também o coração.

Quem recebe se sente acariciado com a generosidade de quem doa; sente o afeto solidário de quem sabe compartilhar o que lhe fará falta. Daí o motivo de, mais uma vez, a Ascap estender as mãos e pedir aos amigos, voluntários, parceiros que façam doações para que a campanha deste ano seja tão bonita quanto foi a de 2018.

No ano passado, foram mais de 500 peças, entre cobertores, mantas, casacos e roupas de frio em geral, distribuídas às famílias assistidas pela instituição e aos moradores em situação de rua. O resultado expressivo só foi possível devido à a fantástica colaboração de pessoas generosas e, principalmente, às doações do grupo Mulheres de Brasília, do Movimento Maria Cláudia pela Paz e da Associação de Servidores do Banco do Brasil. Todos se engajaram na campanha e traduziram com fidelidade o lema da Ascap: “Solidariedade é atitude”.

O sucesso da campanha de 2018 também se deve ao empenho dos voluntários da Ascap Esses grandes colaboradores, com os diretores da instituição, foram às ruas para distribuir os agasalhos. Muitos ficaram emocionados ante a alegria de quem foi contemplado com as doações. É um momento de troca de carinho, tanto daqueles que entregam os agasalhos, quanto daqueles que os recebem.

“Muito obrigado”; “Deus que abençoe vocês”; “Nem sei como agradecer”, são frases repetidas por quem recebe. Mas não só isso: em poucos minutos, a troca de afeto é a recompensa de quem leva os mimos aos que pouco ou nada têm. E essa troca nos faz refletir sobre o tamanho da desigualdade socioeconômica que existe bem ao nosso lado. Tentar reduzir essa distância e levar uma gota de bem-estar a alguém não representa nenhum esforço. Pelo contrário: reforça o nosso compromisso de buscar, cada vez mais, meios de trabalhar em favor das pessoas e tentar ajudá-las a conquistar bem-estar e qualidade de vida. É mínimo que podemos fazer por uma sociedade menos injusta e com mais paz.

Contato para a entrega de doações:
Telefone: (61) 3082-7324
Celular/WhatsApp: (61) 9 9289-8079

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