Terapia Comunitária Integrativa e a equidade de gênero

ENTREVISTA

Hoje, em mais uma atividade do Projeto M+H: Jovens contra a  violência, que tem o apoio do Instituto Caixa Seguradora e Instituto Promundo, conversamos com o professor Adalberto Barreto, da Universidade Federal do Ceará, PhD, doutor em psiquiatria pela Universidade René Descartes, em Paris, e criador da metodologia da Terapia Comunitária Integrativa, genuinamente brasileira, que tem atraído a atenção de especialistas e sendo aplicada em território nacional à medida que avança a formação de pessoas interessadas pelo tema ou que foram beneficiados pela TCI.

A metodologia e está presente em 25 países. Em 2017, foi inserida no rol das Prática Integrativas Complementares do Sistema Único de Saúde e incorporada aos cursos de capacitação em prevenção do uso de drogas ofertados pela Secretaria Nacional Antidrogas (Senad).

"A Terapia Comunitária Integrativa (TCI) é um espaço comunitário aberto a todos interessados, onde as pessoas se encontram para compartilhar experiências de vida, soluções para algo que as inquieta e, sobretudo, para construir vínculos solidários. É terapêutico porque é um espaço de acolhimento caloroso; de escuta livre de julgamentos e para o estabelecimento de vínculos", assim ele define a metodologia, que vem conquistando cada vez mais praticantes.

Como metodologia que colabora com a saúde emocional, com reflexos na saúde física, a Terapia Comunitária Integrativa, se revela também um bom instrumento para a construção da equidade de gênero, para o desenvolvimento da educação para a cultura de paz.  

Assista à entrevista e inscreva-se no canal da Ascap (Ascapbsb)



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